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Estudantes de Hortolândia visitam emissora de TV Destaque

Selecionados escreveram redações sobre o tema “Por que acreditamos que o mundo virtual é real?”



Estudantes de Hortolândia, que tiveram redações selecionadas no concurso EPTV na Escola 2022, visitaram as dependências da emissora, inclusive os estúdios, na tarde de quinta-feira (11/08). Entre os 15 participantes na edição deste ano há três representantes de escolas da Prefeitura: as Emefs (Escolas Municipais de Ensino Fundamental) Jd. Amanda-CAIC; Nicolas Tiago dos Santos Lofrani, no Jd. Sumarezinho; e Taquara Branca Agenor Miranda da Silva.

Segundo a Secretaria de Educação, Ciência e Tecnologia, também participam do concurso sete alunos de escolas estaduais e cinco de colégios particulares. Na rede municipal de Hortolândia, concorrem ao prêmio alunos do 9° ano do Ensino Fundamental 2. A participação do município foi retomada, após dois anos ausentes em razão da pandemia do Coronavírus.

“O mundo virtual iniciou-se com o objetivo de apoiar o mundo real, dando mais acessibilidade às notícias, informações, comunicações e pesquisas rápidas, mas esse objetivo foi completamente esquecido e hoje confundimos as realidades, acreditando e vivendo mais no virtual do que na realidade. Acreditar e compartilhar tudo que vemos na internet é também um dos problemas. Vida perfeita, corpo perfeito, milhões e milhões de seguidores, são coisas irreais e meramente ilustrativas”, ponderou a estudante Isabelle Souza da Silva, da Emef Taquara Branca, no texto enviado para o concurso.

Isabelle gostou da visita. “Com todo esse passeio pela EPTV, aprendemos sobre os roteiros, como funcionam as notícias, edições, cortes de uma câmera para outra. Vimos como é corrida a vida de quem trabalha nesse ramo de televisão. Descobrimos que não é só ligar uma câmara e ler um papel. São muitas pessoas envolvidas, tanto para a matéria ou reportagem de 30 minutos como para uma de dois minutos”, comentou a estudante.

“Trabalhar o Projeto da EPTV no ensino da Língua Portuguesa possibilita integrar as habilidades previstas no estudo da língua a partir de um contexto de vivência do estudante. Diante de propostas como pesquisa, debate, rodas de conversa e, posteriormente, a escrita, é possível que cada indivíduo contribua com seu ponto de vista, conhecimento e questionamento diante de temas que permeiam seu universo, sua vivência na sociedade, na comunidade, e seja capaz de transformá-la de forma mais consciente e participativa”, afirma Kellita Beloti Gonçalves Rodrigues, professora da Emef Taquara Branca Agenor Miranda da Silva.

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