Além de vestirem meias coloridas, para promover empatia e compreensão das diferenças, os estudantes também confeccionaram cartas e cartazes em homenagem a um colega da escola, que estuda no 2° ano A e tem a síndrome.
“Foi uma semana muito legal. Aprendi muitas coisas sobre a síndrome, que o Vinicius é igual, pode fazer tudo, tudinho assim como a gente”, afirmou Jamilly Pinheiro dos Santos Ferreira, aluna do 4º ano A.
“Eu já sabia algumas coisas sobre a síndrome, mas aprendi muito mais. Descobri que não é uma doença e que não é transmitida. O mais legal que fizemos essa semana foi escrever as cartas”, afirmou Heloisa Gabrielly Alves da Costa, de 9 anos, estudante do 4° ano A.
Na Emef Maria Célia Cabral do Amaral, no Jd. Amanda, os estudantes participaram de uma roda de conversa com uma pessoa com Síndrome de Down. Vadilson de Freitas, de 55 anos, compartilhou com as crianças sua história e respondeu às perguntas dos presentes. A troca de experiências emocionou a todos e trouxe mais compreensão sobre a realidade das pessoas com a síndrome.
“Para a criança já se naturalizou essa questão da inclusão. Eles veem o colega com uma deficiência em uma situação padrão, como os demais. O que trazemos é o conhecimento da parte biológica, do comportamento, para compreender o amigo e entender que ele não é diferente. Primeiro, ele é amigo e depois vem a síndrome. Esse trabalho é essencial, pois semeamos pequenos sentimentos que, com o tempo, cultivam uma sociedade mais inclusiva e acolhedora”, afirmou a professora Kelly Tamashiro.
Rodas de conversa, palestras, leituras e até o uso simbólico de meias coloridas fizeram parte da programação das 60 escolas da rede para celebrar a data. Atualmente, Hortolândia conta com 61 estudantes com Síndrome de Down matriculados na rede municipal.




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