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Hortolândia ganha selo do MEC por avanços na educação para relações étnico-raciais

Prefeitura adota estratégias como formações gratuitas, exposições artístico-culturais, palestras, webinários e produção de materiais didáticos sobre o tema

A rede municipal de ensino de Hortolândia está entre as 48 redes paulistas (47 municipais e 1 estadual) contempladas com o Selo “Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva” de Educação para as Relações Étnico-Raciais, concedido anualmente pelo MEC (Ministério da Educação do Brasil). Trata-se de um reconhecimento público feito pelo Governo Federal às secretarias de educação brasileiras que desenvolvem políticas, programas e ações voltadas à formação de profissionais da educação para a implementação da Lei nº 10.639/2003, que tornou obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira e indígena nas escolas.
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Hortolândia avança na implantação de ações Antirracistas

Com exposições, formações e webinários, Educação busca integrar a História e Cultura Africana e Afro-brasileira no cotidiano escolar

No ano de 2024, a Lei 10.639/03, que tornou obrigatória a inclusão da História e Cultura Africana e Afro-brasileira no currículo escolar, completa 21 anos. Em cumprimento à legislação, a Prefeitura de Hortolândia, por meio da Secretaria de Educação, Ciência e Tecnologia de Hortolândia tem desenvolvido uma série de ações para garantir a aplicabilidade da lei, promovendo uma educação antirracista que deve ser praticada ao longo de todo o ano, e não apenas em novembro, durante o Dia da Consciência Negra.

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Hortolândia criará Almanaque de Práticas Pedagógicas para uma Educação Antirracista

Iniciativa da Prefeitura, aberta a todos os profissionais da Secretaria de Educação, Ciência e Tecnologia, busca promover diálogos com estudantes sobre a cultura afro-brasileira

Hortolândia terá, em breve, um Almanaque de Práticas Pedagógicas para uma Educação Antirracista, projeto em desenvolvimento pela Prefeitura e aberto a participação de todos os 2 mil profissionais da educação municipal. Segundo a Secretaria de Educação, Ciência e Tecnologia, o “Projeto Território de Saberes - Ubuntu (Sou Porque Somos)”, como está sendo chamada a iniciativa, representa um importante passo para uma educação mais inclusiva, na cidade. A ideia é reconhecer, valorizar e apreciar práticas pedagógicas de significativa relevância social e educacional, desenvolvidas por professores e educadores, estabelecendo diálogos com as crianças e os demais estudantes sobre a cultura afro-brasileira. 

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